Fotógrafos de uma vida - Texto de 30.03.2016

14:08

Atibaia, 30 de março de 2016.
Ouvindo “Passarinhos” – Emicida + Vanessa da Mata
Eu queria começar a seção de fornecedores dando uma dica aos solteiros, namorados, casados, recém-casados, grávidos, pais de primeira, segunda, terceira viagem: INVISTAM EM UM FOTÓGRAFO! Cada um tem seu próprio estilo e quando encontramos um que nos sentimos a vontade e acertam nosso jeito de ser, até mesmo os menos adeptos ficam apaixonados com o resultado e com todo momento de descontração envolvidos durante os flashes.
A fotógrafa da minha família é minha grande amiga Mimas (você pode conhecer mais do trabalho dela clicando aqui)
Nossa amizade não é daquelas comuns com encontros múltiplos e contato imediato direto; tudo é quase místico: trocamos pensamentos, nos fazemos rir alguns dias com – hoje – troca de mensagens através do whatsapp e mimos inesperados.
Ela se tornou fotógrafa da minha família sem querer. Eu morava em São Paulo e ela também. Trabalhávamos no mesmo condomínio e nem assim conseguíamos nos ver, mas até que os e-mails eram constantes. Eu adorava quando ela me escrevia com normalidade sobre o quanto se enjoava rápido de pessoas e situações – rs (que bom que eu ainda permaneço em sua vida). Já os meus depoimentos eram sempre dramáticos e românticos. O amor sempre precisou ser latente em minha vida, desde que me conheço por gente. É quase levar ao pé da letra a canção de Roberto: “se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi!”.
Um dia, numa dessas trocas de e-mail, contei que ia me casar. Eu e o Lu vivíamos com a grana contada, já morávamos juntos e pagar apartamento e mobiliar a casa não nos deixou com sobra. Não importava. Tínhamos exatos mil reais para pagar papelada do cartório e comemorar no estilo mais simples e acolhedor: um bom churrasco para os amigos, com carne e chopp contados mas muito amor no coração.
E então, ela me disse: “amiga, posso te dar as fotos de presente?”
Foi algo tão inesperado e feliz! E dia 20 de junho de 2009, ela estava lá com mais lágrimas nos olhos que no foco da máquina e sem chegar muito perto do juiz de paz que ela dizia parecer o Mestre dos Magos (nunca me esqueci disso!)
Depois do nosso primeiro casamento, já fizemos mais alguns ensaios inesquecíveis dentro dos pacotes de serviços que ela oferece: o ‘home sweet home’, o ‘VIP’ – que até então não era um projeto autoral e o mais especial, o ‘Fotocute’. Ela sempre me faz sentir linda, mesmo quando não estou lá essas coisas e a habilidade que ela tem em deixar sempre a vontade faz com que eu me torne uma adicta compulsória de seus ensaios.
Fotografias amadoras tem seu valor e não nos deixam perder nenhum momento, mas existem certas ocasiões na vida que merecem um registro que vá além do que os olhos físicos podem enxergar: eles captam a intensidade do sentimento vivido no momento. São verdadeiras preciosidades!
E é por isso que eu recomendo fortemente que você escolha um fotógrafo para o registro especial dos melhores e mais marcantes momentos de sua vida!
Deixo aqui um pouco dos tantos dias felizes que tive a honra de viver nestes meus 30 anos de caminhada.
Mimas querida, OBRIGADA por existir em nossas vidas.

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